Produtividade e custo operacional: Oxicorte X Plasma X Laser

A cada ano, os cortes de metais na indústria metal mecânica, vem ganhando mais visibilidade e exigindo cada vez mais um comparativo técnico para avaliar os custos finais do produto. Há muito tempo, o corte e a preparação das peças de um conjunto soldado eram feitos na própria empresa responsável.

Hoje, quando um consultor de corte de metais recebe uma consulta de qual o melhor processo para cortar uma chapa de aço ao carbono em espessuras entre 6 a 25 mm, ele fica frente a frente com diversas possibilidades que podem ser executadas para esse processo. Seu problema está em resolver os problemas implícitos no processo como: qualidade, custo operacional e produtividade.

No mercado, existem alguns tipos de cortes disponíveis, mas neste artigo iremos ver as opões mais comuns e utilizadas pela indústria de corte térmico em metais: o Oxicorte – processo mais usado por ser de fácil aquisição e popularmente difundido – o Laser – requisitado por conseguir realizar cortes de alto nível de qualidade – e o Plasma que vem crescendo cada vez mais na indústria metal mecânica.

Entendendo: Oxicorte, Plasma e Laser

O Oxicorte é um processo de corte é realizado através de uma reação de oxidação com oxigênio puro. Já o corte a plasma é uma técnica de corte de chapas metálicas ou outros materiais, onde o corte ocorre através de um processo similar ao Soldagem por arco elétrico com gás de proteção. E o corte a Laser, como o próprio nome já diz, é um processo que pode ser aplicado em diversos tipos de materiais, como acrílico, madeira, papel, plástico, aço-carbono e aço inox, alumínio, dentre vários outros, no entanto, seu uso mais comum é o industrial.

Qual é o melhor entre os 3

Depois de decidir o processo de corte utilizado, é preciso observar a capacidade do processo de produzir incisões, conforme aquilo que foi solicitado pelo cliente. Com a tecnologia avançando sobre as máquinas, equipamentos e acessórios, a qualidade entre cada um dos processos apresentados (Oxicorte, Plasma e Laser) é muito similar em espessuras médias e peças de contornos simples ou de baixa e média complexidade. Para cortar espessuras finas, principalmente peças de contornos de alta complexidade, o Laser é a única opção que consegue dar conta da tarefa, seja de forma interna ou externa.

A capacidade produtiva, também é um fator determinante, na hora de escolher o processo de corte. Em uma faixa ampla de espessura entre 6,4 e 25 mm, o Plasma entrega mais produtividade que os outros dois processos, atrelando um custo-benefício maior em tempo gasto e dinheiro investido no processo. O Plasma também pode ser considerado como opção alternativa, dependendo da possibilidade de desconsideração dos requisitos de qualidade – para espessuras finas – ou de produtividade em relação ao recurso financeiro – para espessuras grossas.

Conclusão

Analisar a melhor opção ideal, de acordo com a necessidade do serviço de corte, requer a supervisão de um profissional especializado, que ajude na escolha do processo que entregará a melhor produtividade e qualidade do serviço, por isso, não deixe de consultar um especialista da área, antes de selecionar o tipo de corte que você precisa.

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